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La entrada Como os brasileiros entram na Europa? Guia 2027 se publicó primero en Universal Assistance.
]]>Para turismo, negócios ou visitas curtas, não. A regra vale para o Espaço Schengen e para a maior parte dos outros países europeus. No Schengen, a permanência sem visto é de até 90 dias dentro de qualquer período de 180, somando todos os países do bloco. Já para estudar por um período maior que 90 dias, trabalhar ou morar exige visto nacional do país de destino, pedido no consulado antes da viagem. Isenção de visto não é entrada automática.
O agente de fronteira pode fazer perguntas e pedir documentos que comprovem o objetivo da viagem. Em 2027, essa lógica continua igual, e o que muda é a forma de controle, com registro biométrico e, em breve, autorização prévia.
Quem vai para o exterior pela primeira vez encontra um bom roteiro de preparação no texto sobre o que ninguém te conta na primeira viagem.
O Espaço Schengen reúne 29 países que eliminaram o controle de fronteira entre si: 25 da União Europeia, além de Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein. Bulgária e Romênia passaram a fazer parte integralmente do Espaço Schengen em janeiro de 2025, quando os controles nas fronteiras terrestres com os dois países foram eliminados. Irlanda e Chipre são membros da União Europeia, mas ficam fora do Schengen e mantêm regras próprias.
O Reino Unido, fora da União Europeia desde o Brexit, também segue regras próprias e, para brasileiros, já exige autorização eletrônica. Albânia, Sérvia e Montenegro ficam fora do Schengen. Por isso, é importante verificar as regras de entrada e permanência de cada país ao montar o roteiro.
Saber quais países estão dentro do bloco ajuda a organizar roteiros longos. Um mochilão pode alternar países dentro e fora do Schengen, mas é importante considerar as regras de cada destino.
Para entrar na Europa, é obrigatório apresentar passaporte. Carteira de identidade não vale, nem a nova Carteira de Identidade Nacional. Para o Schengen, o passaporte precisa valer por, pelo menos, três meses depois da data prevista de saída. Muita gente esquece essa margem e pode ser impedida de embarcar. Há ainda a regra da data de emissão, bem menos conhecida: o passaporte precisa ter sido emitido há menos de dez anos no dia da entrada.
As páginas em branco continuam úteis. Mesmo com o registro biométrico substituindo carimbos, algumas situações ainda podem exigir espaço. Passaporte perto do vencimento deve ser renovado antes da compra das passagens, considerando prazos e o agendamento no site da Polícia Federal.
Crianças também precisam de passaporte, e menores viajando sem os dois pais precisam de autorização, conforme as regras brasileiras.
O Sistema de Entrada e Saída, o EES, está totalmente operacional desde 10 de abril de 2026. Ele substituiu os carimbos no passaporte por um registro digital.
Na primeira entrada no Schengen, o viajante tem o rosto fotografado e as digitais coletadas. Menores de 12 anos não passam pela coleta de digitais. O sistema registra cada entrada e saída e permite o controle automatizado dos dias de permanência, tornando mais preciso o acompanhamento da regra dos 90 dias. Os dados ficam guardados por três anos e, nas viagens seguintes, dentro desse prazo, o processo tende a ser mais rápido.
Nos primeiros meses, o EES gerou filas em alguns aeroportos e fronteiras, e as medidas temporárias de flexibilização terminaram em setembro de 2026. As informações oficiais estão no site do EES da União Europeia. Ainda é prudente reservar tempo extra para as conexões e para a chegada.
O ETIAS é uma autorização eletrônica de viagem para quem é isento de visto, como os brasileiros. Funciona de forma parecida com o ESTA dos Estados Unidos. Até setembro de 2026, o sistema não esteve em funcionamento e não aceitava pedidos. O site oficial do ETIAS informa que a data de início será anunciada com meses de antecedência. A previsão mais citada é 2027, sem data confirmada pela Comissão Europeia, e a taxa será de 20 euros.
Menores de 18 anos e maiores de 70 ficam isentos, e a autorização valerá por três anos ou até o vencimento do passaporte. Depois do lançamento, haverá um período de transição e de tolerância, de pelo menos seis meses cada, antes de o ETIAS ser plenamente obrigatório. Enquanto o sistema não começa, qualquer site que cobre pelo ETIAS é falso, e golpes com autorização de viagem são comuns.
Essa é uma das regras mais mal entendidas. Não significa três meses por ano, e sim 90 dias dentro de qualquer janela móvel de 180. A cada dia de permanência, o viajante olha para os 180 dias anteriores, e a soma dos dias no Schengen nesse período não pode passar de 90. A Comissão Europeia mantém uma calculadora oficial de permanência para essa conta, útil para quem viaja com frequência.
Com o EES, o controle virou automático, e quem passa do limite é identificado na saída. Ficar além do permitido pode render multa, deportação e proibição de entrada por um tempo, com consequências que variam por país.
Para viagens longas, alternar países dentro e fora do Schengen resolve, com Reino Unido, Irlanda e Bálcãs entrando nesses roteiros.
Os comprovantes mais pedidos são a reserva de hospedagem e a passagem de volta. Meios financeiros para toda a estadia também podem ser exigidos. Cada país define valores de referência, e cartão de crédito e extrato costumam ser aceitos. Quem fica na casa de amigos ou parentes pode precisar de carta-convite, e alguns países têm um modelo oficial. O seguro viagem com 30 mil euros de cobertura faz parte da lista de documentos exigidos. Os requisitos estão detalhados no guia de seguro viagem Schengen.
Em caso de viagem de negócios, pode ser solicitada uma carta da empresa ou do evento, e estudantes de cursos curtos precisam levar a confirmação de matrícula. Manter tudo organizado, impresso e salvo no celular deixa a entrevista rápida e as respostas claras e coerentes com os documentos. Evite problemas.
O passaporte precisa ter validade de três meses além da saída prevista, além de ter sido emitido há menos de dez anos. Sem ele, o embarque nem acontece. A passagem de volta ou de saída do Schengen é necessária, pois comprova que a estadia respeita os 90 dias.
As reservas de hospedagem para o período todo, ou carta-convite se a estadia for na casa de alguém, também são exigidas. Além disso, é preciso comprovar os meios financeiros, com extrato, cartão de crédito ou comprovante de renda.
É obrigatório também ter um seguro viagem com 30 mil euros de cobertura, válido para todos os dias, lembrando que é preciso levar uma cópia da apólice impressa, além de mantê-la salva no celular. Por fim, o ETIAS aprovado, quando o sistema começar; até lá, esse item não existe, e nenhum site oficial cobra por ele. Para quem inclui o Reino Unido, a ETA britânica precisa estar aprovada antes do embarque.
Famílias com crianças seguem as mesmas regras de entrada, com alguns detalhes a mais. Cada criança precisa de passaporte próprio, válido e emitido há menos de dez anos. Menores viajando sem os dois pais precisam de autorização de viagem, feita em cartório, inclusive de forma eletrônica. No EES, crianças passam pelo registro, mas menores de 12 anos não têm as digitais coletadas. Quando o ETIAS começar, menores de 18 anos ficarão isentos da taxa de 20 euros, mas ainda precisarão da autorização.
Cada criança também precisa estar no seguro, com a mesma cobertura mínima de 30 mil euros exigida no Schengen. Febre, otite e pequenos acidentes são os atendimentos mais comuns em viagens com os pequenos. Carrinho, cadeirinha e remédios infantis entram na lista de bagagem, e a companhia aérea informa o que pode ir sem custo extra.
Passaporte com validade curta lidera a lista. Muita gente só descobre no check-in, quando a companhia recusa o embarque. Falta de reserva para todos os dias vem logo atrás. Roteiro improvisado demais gera desconfiança do agente.
Respostas vagas sobre o objetivo da viagem atrapalham bastante. Saber explicar roteiro, hospedagem e data de volta deixa a conversa simples. Seguro só no e-mail, sem acesso fácil, é outro clássico, porque nem sempre há internet na fila da imigração.
Tem quem confunda Reino Unido com Schengen, e são sistemas diferentes, com documentos diferentes. Cair em site falso que cobra pelo ETIAS antes do lançamento virou um golpe frequente. Até o sistema funcionar, nenhuma cobrança é legítima.
Desde janeiro de 2025, o brasileiro precisa da ETA para entrar no Reino Unido. O pedido é online, no site oficial do governo britânico. A ETA vale por dois anos ou até o vencimento do passaporte, para várias viagens. Ela não substitui o visto para quem vai estudar mais de seis meses ou trabalhar.
A Irlanda tem regras próprias e não pede autorização prévia aos brasileiros em turismo, com controle na chegada e orientações do Irish Immigration Service.
Chipre, mesmo na União Europeia, tem controle próprio, e os dias lá não contam para o Schengen. Nos Bálcãs fora da União Europeia as regras variam, e o consulado de cada país deve ser consultado antes de entrar no roteiro.
Roteiros com vários países pedem seguro que cubra todos eles. Apólice só para o Schengen pode deixar o Reino Unido descoberto.
Dentro do Schengen, trens e ônibus cruzam fronteiras sem um controle fixo, mas a polícia pode fazer checagens aleatórias. O passaporte vai sempre junto, mesmo em um bate-volta.
A conexão na primeira entrada merece folga. É ali que acontece o registro no EES, e a fila pode ser longa em horários de pico. Companhias aéreas de baixo custo têm regras rígidas de bagagem, e uma mala fora do padrão gera cobrança na hora do embarque. Voos internos entre países do Schengen, como Paris e Roma ou Lisboa e Madri, não passam por imigração, mas quem sai para o Reino Unido ou para a Irlanda passa de novo pelo controle.
Atrasos e cancelamentos de voo dentro da Europa são comuns no verão e no inverno, e o seguro pode ajudar com coberturas específicas de atraso e perda de conexão. Malas extraviadas entre conexões começam com o registro no balcão da companhia, ainda no aeroporto, com exigência do protocolo para a cobertura de bagagem.
No Espaço Schengen, o seguro é uma exigência formal para entrar na Europa. Sem ele, o viajante pode ser barrado. Além da exigência, há o custo: um atendimento médico europeu pode gerar uma conta alta, principalmente se houver internação.
Bagagens extraviadas, atrasos de voo e perda de conexão são imprevistos comuns em roteiros europeus, e o seguro tem coberturas para essas situações.
No caso dos documentos, o papel do seguro é outro. Se o passaporte for perdido ou roubado durante a viagem, a central 24 horas orienta o viajante sobre como proceder.
Antes do embarque, o seguro cobre o roubo de documentos. Já a perda deles está entre os motivos aceitos pela cobertura de cancelamento de viagem.
O seguro do cartão de crédito costuma ter limitações, como mostra o texto sobre os riscos do seguro do cartão, e os 30 mil euros nem sempre estão garantidos.
A apólice cobre do embarque no Brasil até a volta, e levar o documento em inglês ou no idioma do país facilita na fronteira. O guia de seguro viagem para a Europa mostra as coberturas mais indicadas para cada tipo de viagem.
A seguir, estão as respostas para as perguntas mais comuns de quem está planejando uma viagem para a Europa.
Só depois que o sistema entrar em funcionamento e passar pelos períodos de transição. Até lá, nenhuma autorização é exigida ou emitida.
Vale para todo viajante de fora da União Europeia que entre no Schengen para estadias curtas.
Não. O passaporte é obrigatório, e a carteira de identidade só vale no Mercosul e em países associados.
Pode ser pedido a qualquer momento, e o viajante precisa ter a apólice impressa ou salva no celular.
Passam, mas menores de 12 anos não têm as digitais cadastradas.
Não. O Reino Unido tem regras próprias, e os dias lá não contam para o Schengen.
As regras para entrar na Europa estão mudando, e o planejamento continua sendo o melhor aliado. Passaporte em dia, documentos organizados e seguro contratado deixam a imigração simples.
A Universal Assistance tem planos para a Europa que cumprem os 30 mil euros do Espaço Schengen, com essa cobertura em destaque na apólice. A central 24 horas em português atende em todos os países do roteiro.
Tudo é contratado online, e a apólice chega por e-mail logo depois do pagamento. O documento também fica no aplicativo, pronto para a fronteira.
Os planos para a Europa podem ser cotados na página de seguro viagem da Universal Assistance, incluindo todos os países do roteiro, mesmo os de fora do Schengen. O texto sobre as exigências do Tratado de Schengen complementa este guia. Boa viagem pela Europa em 2027!
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